Memória, Comunhão e Celebração:
O XVIII Capítulo da OFSE no Ano Jubilar Franciscano
No último dia 13 de junho de 2026, a Igreja Metodista do Grajaú, no Rio de Janeiro, tornou-se um refúgio de profunda comunhão e reflexão cristocêntrica durante o XVIII Capítulo da OFSE (Ordem Franciscana dos Servos Evangélicos). O encontro, que reuniu mais de 30 pessoas, foi um marco de unidade e fé, contando com a presença preciosa de irmãos e irmãs vindos de diversas denominações evangélicas, todos unidos pelo desejo de seguir o exemplo de humildade e serviço deixado por Francisco de Assis.
Gratidão e Unidade
A acolhida calorosa na Igreja Metodista do Grajaú foi um dos pontos altos do evento. Expressamos nossa profunda gratidão ao Pastor Edson Fernandes, cuja generosidade e abertura de espírito permitiram que este capítulo fosse realizado em um ambiente tão propício à oração e ao compartilhamento fraterno. A hospitalidade da comunidade metodista local foi um testemunho vivo do amor de Cristo que transpassa as fronteiras institucionais.
Alegria Compartilhada
Além das reflexões espirituais sobre os 800 anos do trânsito de São Francisco (1226–2026), o dia também foi de festa e celebração da vida. Na oportunidade, a comunidade celebrou com júbilo o aniversário de 57 anos do Prior da Ordem, Edson Cortasio Sardinha. Foi um momento de agradecer a Deus pelo seu chamado, sua liderança e pelo constante serviço prestado à Ordem e à propagação do Evangelho.
Espiritualidade e a "Irmã Morte"
A liturgia, marcada pela sobriedade e esperança, convidou os participantes a meditar sobre os últimos momentos de São Francisco, conforme narrado nos documentos históricos da Ordem, como o "Espelho da Perfeição". Ao refletir sobre a forma como Francisco acolheu a "Irmã Morte" como uma passagem para a vida eterna, os presentes reafirmaram o compromisso com a simplicidade, o serviço aos pobres e a centralidade absoluta em Jesus Cristo, o único Mediador.
Compromisso com o Evangelho
O XVIII Capítulo da OFSE não foi apenas uma lembrança do passado, mas um vigoroso chamado para o presente. Entre cânticos e a celebração da Santa Ceia, o grupo reforçou as diretrizes que norteiam a missão:
Humildade: O compromisso de servir sem orgulho espiritual.
Simplicidade: O resgate do exemplo de pobreza evangélica.
Fidelidade: A perseverança no Evangelho como norma suprema de vida.
O encontro deixou evidente que, embora os tempos mudem, o chamado para ser "sal e escudo" em um mundo carente de esperança permanece inalterado. Com corações renovados, os mais de 30 irmãos e irmãs presentes retornaram aos seus lares e comunidades fortalecidos pela comunhão e pelo desejo de serem, cada vez mais, instrumentos da paz de Deus.
Que a paz do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus Pai e a comunhão do Espírito Santo permaneçam com todos os servos do Evangelho nesta jornada de fé.
Anexo: Roteiro do 18º Capítulo da OFSE.

XVIII Capítulo da OFSE
– Ordem Franciscana dos Servos Evangélicos – OESI – No Ano Jubilar Franciscano
Explicação sobre a
existência da OESI (Ordem Evangélica dos Servos Intercessores) e da OFSE.
"Sede meus
imitadores, como também eu sou de Cristo."
ACOLHIDA
Dirigente:
Irmãos e irmãs, reunimo-nos hoje
para recordar os 800 anos da morte de Francisco de Assis, servo humilde de
Cristo, cuja vida testemunhou pobreza voluntária, amor ao Evangelho, serviço
aos pobres e ardente devoção ao Senhor Jesus.
Não o honramos como mediador entre
Deus e os homens, pois há um só Mediador, Jesus Cristo. Contudo, damos graças a
Deus pelo testemunho de seus servos fiéis ao longo da história da Igreja. Como
escreveu Martinho Lutero: “Devemos honrar os santos verdadeiros, porque Deus os
honrou primeiro.”
Hoje lembramos Francisco como irmão
na fé, testemunha da cruz e exemplo de simplicidade evangélica.
SAUDAÇÃO
Dirigente: A
graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus Pai e a comunhão do Espírito Santo
sejam com todos vós.
Todos: Amém.
HINO DE ABERTURA
Alegrem-se
os céus e exulte a terra
Ressuscitou
Jesus Cristo
Alegrem-se
os céus e exulte a terra
Ressuscitou
Jesus Cristo
LEITURA RESPONSIVA — SALMO 84
Dirigente: Quão
amáveis são os teus tabernáculos, Senhor dos Exércitos!
Todos: A
minha alma suspira e desfalece pelos átrios do Senhor.
Dirigente:
Mais vale um dia na tua presença do que mil em qualquer outro lugar.
Todos: O
Senhor Deus é sol e escudo.
ORAÇÃO DE CONFISSÃO
Todos: Senhor
Deus, confessamos que muitas vezes buscamos grandezas humanas e esquecemos o
caminho da humildade de Cristo. Tem misericórdia de nós. Ensina-nos a amar os
pobres, a servir sem orgulho, a viver com simplicidade e a carregar diariamente
a cruz de Cristo. Por Jesus, nosso Senhor.
Amém.
DECLARAÇÃO DO PERDÃO
Dirigente: “Se
confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar e nos
purificar de toda injustiça.” (1 João 1.9)
Em
Cristo somos perdoados.
Todos: Graças
a Deus!
LEITURAS BÍBLICAS
Antigo
Testamento: Isaías 58.6–10
Epístola:
Gálatas 6.14–18
Evangelho:
Mateus 10.7–16
Breve Homilia (...)
REFLEXÃO:
"Sede meus
imitadores, como também eu sou de Cristo."
1181/82
– Nascimento em Assis.
1204
– Conversão em Espoleto.
1226
– Morte, 03 de outubro – Assis.
1º texto:
Tomás de Celano – Primeira Vida de São Francisco. CAPÍTULO 8. Suas últimas
palavras, desejos e atos.
1. Já tinham passado vinte anos desde sua conversão e, como lhe fora
comunicado por divina revelação, estava próxima sua última hora.
2. De fato, quando o bem-aventurado Francisco e Frei Elias moravam juntos em
Foligno, certa noite apareceu em sonho a Frei Elias um sacerdote vestido de
branco, de idade muito avançada e aspecto venerável, e disse: "Levanta-te,
irmão, e diz a Frei Francisco que já se passaram dezoito anos desde que
renunciou ao mundo e aderiu a Cristo. Permanecerá só mais dois anos nesta vida
e depois, chamado pelo Senhor, seguirá o caminho de toda carne mortal".
3. Era o que estava acontecendo, para que a seu tempo fosse realizada a
palavra de Deus, anunciada com tal antecedência.
4. Tendo descansado uns poucos dias no lugar que tanto amava, e sabendo que
tinha chegado a hora de morrer, chamou dois frades, filhos seus prediletos, e
lhes mandou que cantassem em voz alta os Louvores do Senhor, na alegria do
espírito pela morte, ou antes pela Vida, já tão próxima.
5. Ele mesmo entoou como pôde o Salmo de Davi: "Em alta voz clamo ao
Senhor, em alta voz suplico ao Senhor".
6. Um dos frades presentes, pelo qual o santo tinha a maior amizade, e que
era muito solícito por todos os irmãos, vendo isso e sabendo que a morte do
santo estava próxima, disse-lhe: "Ó pai bondoso, teus filhos vão ficar sem
pai, vão ficar sem a verdadeira luz de seus olhos! Lembra-te dos órfãos que
estás deixando, perdoa todas as nossas culpas e alegra com tua santa bênção
tanto os presentes como os ausentes!"
7. Respondeu-lhe o santo: "Filho, estou sedo chamado por Deus. A meus
irmãos, tanto presentes como ausentes, perdoo todas as ofensas e culpas, e os
absolvo quanto me é possível. Leva esta notícia para todos e abençoa-os de
minha parte".
8. Mandou trazer, então, o livro dos Evangelhos e pediu que lessem o trecho
de São João no lugar que começa: "Seis dias antes da Páscoa, sabendo Jesus
que sua hora tinha chegado e devia passar deste mundo para o Pai..."
9. Era justamente o Evangelho que o ministro tinha pensado em ler, antes que
lhe fosse dada a ordem. E abriram o livro nesse ponto na primeira vez, embora
fosse uma Bíblia inteira o livro em que estavam procurando o Evangelho.
10. Depois, mandou que lhe pusessem um cilício e jogassem cinzas por cima,
porque dentro em breve seria pó e cinza.
11. Estando presentes muitos irmãos, de quem ele era o pai e guia, a esperar
com reverência o fim ditoso e bem-aventurado, sua alma santíssima desprendeu-se
da carne e foi absorvida pelo abismo da claridade, enquanto seu corpo adormecia
no Senhor.
2º texto:
Tomás de Celano – Segunda Vida de São Francisco. CAPÍTULO 162. Exortação e
bênção final aos frades.
1. Na morte do homem - diz o Sábio - suas obras serão postas às claras.
Neste santo vemos que isso se realizou por completo, e gloriosamente.
2. Ele percorreu com alegria interior o caminho dos mandamentos de Deus,
chegou ao alto passando pelos degraus de todas as virtudes e atingiu o fim como
uma obra amoldável, aperfeiçoada pelo martelo das múltiplas tribulações.
3. Quando partiu livre para os céus, pisando as glórias desta vida mortal,
resplandeceram mais as suas obras admiráveis, e ficou provado que tudo que
tinha vivido era de Deus.
4. Achou que viver para o mundo era um opróbrio, amou os seus até o fim e
recebeu a morte cantando. Sentindo já próximos seus últimos dias, em que a luz
perpétua substituiria a luz que se acaba, demonstrou pelo exemplo de sua
virtude que não tinha nada em comum com o mundo.
5. Prostrado pela doença grave que encerrou todos os seus sofrimentos, fez
com que o colocassem nu sobre a terra nua, para que, naquela hora extrema em
que ainda podia enraivecer o inimigo, estar preparado para lutar nu contra o
adversário nu.
6. Esperava intrepidamente o triunfo e já apertava em suas mãos a coroa da
justiça. Posto no chão, sem a sua roupa de saco, voltou o rosto para o céu como
costumava e, todo concentrado naquela glória, cobriu a chaga do lado direito
com a mão esquerda, para que não a vissem.
7. E disse aos frades: "Eu cumpri a minha missão. Que Cristo vos ensine
a cumprir a vossa!"
8. Vendo isso, os filhos sucumbiram à dor imensa da compaixão, em meio a
intensas lágrimas e dando suspiros profundos.
9. O guardião, contendo os soluços e adivinhando por inspiração divina o que
o santo queria, levantou-se, foi correndo buscar uma calça, o hábito de saco e
o capuz, e disse ao pai: "Fica sabendo que te empresto, em virtude da
obediência, este hábito, as calças e o capuz! Para saberes que não tens nenhum
direito de propriedade, tiro-te o poder de dá-los a quem quer que seja".
10. O santo gostou e se rejubilou de alegria interior, vendo que tinha
mantido a fidelidade para com a Senhora Pobreza até o fim. Fizera tudo isso por
zelo da pobreza, a ponto de não querer ter no fim nem o hábito emprestado.
Usara na cabeça o capuz de saco para esconder as cicatrizes da doença dos
olhos, quando teria necessidade de um gorro de lã cara, que fosse bem macio.
11. Depois disso, o santo levantou as mãos para o céu e louvou a Cristo
porque, livre de tudo, já estava indo ao seu encontro.
12. Mas, para demonstrar que era um verdadeiro imitador do Cristo, seu Deus,
em todas as coisas, amou até o fim os frades seus filhos, a quem amara desde o
começo.
13. Pois fez chamar todos os irmãos presentes e, consolando-os de sua morte,
exortou-os com afeto de pai ao amor de Deus. Falou também sobre a observância
da paciência e da pobreza, dizendo que o santo Evangelho era mais importante do
que todas as normas. Estando todos os frades sentados ao seu redor, estendeu
sobre eles a mão e, começando por seu vigário, a impôs sobre a cabeça de cada
um.
14. E disse: "Filhos todos, adeus no temor do Senhor! Permanecei sempre
nele! A tentação e a tribulação estão para chegar. Felizes os que perseverarem no
que começaram. Eu vou para Deus, a cuja graça recomendo-vos todos". Nos
que estavam presentes, abençoou a todos os frades que estavam por todo o mundo
e os que haveriam de vir depois deles, até o fim dos tempos.
15. Que ninguém usurpe para si mesmo essa bênção que, nos presentes, deu aos
ausentes. Assim como se acha parece ter em vista uma pessoa particular, mas
isso é um desvirtuamento.
16. Enquanto os frades choravam amargamente e se lamentavam inconsoláveis, o
pai santo mandou trazer um pão. Abençoou-o, partiu-o e deu um pedacinho para
cada um comer. Também mandou trazer um livro dos Evangelhos e pediu que lessem
o Evangelho de São João a partir do trecho que começa: "Antes do dia da
festa da Páscoa", etc.
17. Lembrava-se daquela sagrada ceia que foi a última celebrada pelo Senhor
com seus discípulos. Fez tudo isso para celebrar sua lembrança, demonstrando
todo o amor que tinha para com seus frades.
18. Passou em ação de graças os poucos dias que ainda restavam até sua morte,
ensinando seus filhos muito amados a louvar Cristo em sua companhia. Ele mesmo,
quanto lhe permitiam suas forças, entoou o Salmo: "Lanço um grande brado
ao Senhor, em alta voz imploro o Senhor", etc.
19. Convidou também todas as criaturas ao louvor de Deus e, usando uma
composição que tinha feito em outros tempos, exortou-as ao amor de Deus. Chegou
a exortar para o louvor até a própria morte, que todos temem e abominam, e,
correndo alegre ao seu encontro, convidou-a com hospitalidade: "Bem-vinda
seja a minha irmã morte!"
20. Ao médico disse: "Irmão médico, diga com coragem que minha morte
está próxima, para mim ela é a porta da vida!"
21. E aos frades: "Quando perceberdes que cheguei ao fim, do jeito que
me vistes despido anteontem, assim me colocai no chão, e lá me deixai ficar
mesmo depois de morto, pelo tempo que alguém levaria para caminhar sem pressa
uma milha".
22. E assim chegou a hora. Tendo completado em si mesmo todos os mistérios de
Cristo, voou feliz para Deus.
3º texto: Espelho da
Perfeição - CAPÍTULO 120. O Cântico das Criaturas
Eis o "Cântico das
Criaturas" que o Seráfico Pai compôs quando o Senhor lhe assegurou que
entraria no seu reino:
Altíssimo,
onipotente, bom Senhor, Teus são o louvor, a glória, a honra E toda a bênção.
Só a ti, Altíssimo, são devidos; E homem algum é digno De te mencionar.
Louvado
sejas, meu Senhor, Com todas as tuas criaturas, Especialmente o senhor irmão
Sol, Que clareia o dia E com sua luz nos alumia. E ele é belo e radiante Com
grande esplendor: De ti, Altíssimo, é a imagem.
Louvado
sejas, meu Senhor, Pela irmã Lua e as estrelas, Que no céu formaste claras E
preciosas e belas.
Louvado
sejas, meu Senhor, Pelo irmão Vento, Pelo ar, ou nublado Ou sereno, e todo o
tempo Pelo qual às tuas criaturas dás sustento.
Louvado
sejas, meu Senhor, Pela irmã Água, Que é mui útil e humilde E preciosa e casta.
Louvado
sejas, meu Senhor, Pelo irmão Fogo, Pelo qual iluminas a noite. E ele é belo e
jucundo E vigoroso e forte.
Louvado
sejas, meu Senhor, Por nossa irmã a mãe Terra, Que nos sustenta e governa, E
produz frutos diversos E coloridas flores e ervas.
Louvado
sejas, meu Senhor, Pelos que perdoam por teu amor, E suportam enfermidades e
tribulações. Bem-aventurados os que as sustentam em paz, Que por ti, Altíssimo,
serão coroados.
Louvado
sejas, meu Senhor, Por nossa irmã a Morte corporal, Da qual homem algum pode
escapar. Ai dos que morrerem em pecado mortal! Felizes os que ela achar
Conformes à tua santíssima vontade, Porque a morte segunda não lhes fará mal!
Louvai e
bendizei a meu Senhor, E dai-lhe graças, E servi-o com grande humildade.
O que você destaca no texto? Como ele
serve para sua espiritualidade?
ORAÇÃO PELA IGREJA E PELOS POBRES
Dirigente: Senhor
Jesus, desperta tua Igreja para o amor verdadeiro.
Todos: Faz-nos
servos humildes do Evangelho.
Dirigente: Lembra-te
dos pobres, dos esquecidos e dos que sofrem.
Todos: Dá-nos
mãos generosas e coração compassivo.
Dirigente: Livra-nos
do orgulho espiritual.
Todos: E
conforma-nos à tua cruz.
CÂNTICO
Jesus de todos Salvador,
tua luz revela o esplendor do Pai.
Nós te
cantamos bendizendo o teu amor.
Leitor: Nos
últimos momentos de sua vida, Francisco pediu que lessem o Evangelho e
cantassem ao Senhor. Chamou a morte de “irmã”, não porque amasse morrer, mas
porque cria firmemente na ressurreição em Cristo. Sua esperança estava somente
no Senhor Jesus.
CÂNTICO
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz
Onde houver ódio, que eu leve o amor
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão
Onde houver discórdia, que eu leve união
Onde houver dúvida, que eu leve a fé
Onde houver erro, que eu leve a verdade
Onde houver desespero, que eu leve a esperança
Onde houver tristeza, que eu leve alegria
Onde houver trevas, que eu leve a luz
Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser
consolado
Compreender que ser compreendido
Amar que ser amado
Pois é dando que se recebe
É perdoando que se é perdoado
E é morrendo que se vive
Para a vida eterna
SANTA CEIA
Cântico: Deus é amor. Arrisquemos viver por
amor. Deus é amor, ele afasta o medo.
ORAÇÃO FINAL
Senhor Deus, agradecemos pelo
testemunho dos teus servos ao longo da história. Concede à OFSE um espírito de
humildade, simplicidade e fidelidade ao Evangelho. Que jamais adoremos homens, mas
que, olhando para os exemplos dos santos fiéis, sigamos somente a Cristo, autor
e consumador da nossa fé. Por Jesus Cristo, nosso Senhor.
Amém.
CÂNTICO
Doce é sentir
Doce é
sentir / Em meu coração / Humildemente / Vai nascendo amor
Doce é
saber / Não estou sozinho / Sou uma parte / De uma imensa vida
Que generosa / Reluz em torno a
mim / Imenso dom / Do teu amor sem fim
O céu nos
deste / E as estrelas claras / Nosso irmão Sol / Nossa irmã Lua
Nossa mãe
Terra / Com frutos, campos, flores/ O fogo e o vento / O ar e a água pura / Fonte
de vida / De tua criatura
Que generosa / Reluz em torno a
mim / Imenso dom / Do teu amor sem fim
"Sede meus
imitadores, como também eu sou de Cristo."
BÊNÇÃO
O
Senhor vos abençoe e vos guarde. O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre
vós
e
vos dê a paz. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Amém.
Tu és fonte de vida, tu
és fogo, tu és amor.
Vem, Espírito Santo, vem, Espírito Santo.
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